segunda-feira, 4 de abril de 2016

Resenha “Psicose”



Talvez você nunca tenha ouvido falar de “Psicose”, mas com certeza você lembra da cena clássica do cinema, embalada uma trilha sonora incrível, em que uma mulher ao tomar banho é assassinada a golpes de faca por um ser desconhecido. 


Enfim, antes de falar propriamente do livro vamos analisar toda produção artística que ele gerou. Bom, o livro foi lançado em 1959 e um ano depois já foi parar nas salas de cinema. Um carinha massa chamado Alfred Hitchcock (Que eu amo) resolveu levar a obra para a telinha, mas não só isso, ele também resolveu comprar o máximo de copias disponíveis no mercado para que o final do filme não fosse revelado. O filme foi considerado uma proposta ousada para o cinema da época, e depois do lançamento gerou grande revolução, mas todos os detalhes da produção do filme conto em uma próxima de resenha (De “Alfred Hitchcock e os bastidores de psicose” que estou lendo). O filme estabeleceu um novo nível de aceitabilidade para a violência, comportamento desviante e sexualidade nos filmes americanos e inaugurou o horror moderno. 



Outra produção que a obra gerou foi a série “Bates Motel” (Que também amo) que se encontra na sua quarta temporada. A serie conta os acontecimentos anteriores ao livro, retratando a adolescência perturbada do futuro psicótico. 

É muito lindo ver como um simples livro pode despertar um universo de possibilidades.



Enfim, vamos ao livro!


“Psicose” de Robert Bloch tem como ponto central os problemas psíquicos que Norman Bates tem com sua mãe Norma Bates. Sim, Os nomes deles são parecidos, daí você tira o nível da intimidade de mãe e filho. Norman é um homem adulto que sofre com sérios problemas de personalidade, principalmente na frente da mãe que o trata ainda como uma criança. Ele administra um Motel fundado por Norma em uma rodovia deserta, (Nossa! que cenário de terror perfeito), e é justamente lá que ocorre misteriosos casos de desaparecimentos e acidentes. E um desses misteriosos casos é o de Mary, a moça, cansada da vida que levava, decidi roupar seu empregador e fugir com o dinheiro, seu objetivo era de ajudar seu namorado a sanar suas dívida e fugir com ele para uma nova vida. No caminho para cidade do seu companheiro ela se perde nas estradas e vai parar no sóbrio motel a procura de um quarto onde, ao tomar banho, é brutalmente assassinada.
         Daí começa toda a drama, Lila, irmã de Mary, preocupada com o desaparecimento de sua irmã, vem para a cidade de seu cunhado, Sam, em busca de notícias. Também um segurador da empresa roubada vem em busca da ladra.  Assim embalada por investigações e suspense a história é construída, os três começam uma busca incessante por notícias de Mary e tudo aponta para o mistério Bates Motel e seus segredos.
Alguns críticos dizem que a fama da obra e maior que o livro, eu discordo, ele traz uma leitura sutil e fácil, revelando seus mistérios em cada página e prendendo um leitor a cada cena.  Bloch coloca a psicologia dentro de um cenário de suspense e horror e mostra como o inocente pode ser muito perigoso.
           Super recomendo para aqueles que não tem o habito da leitura e principalmente para aqueles fãs de psicologia e que queiram descobrir o final tão zelado por Alfred Hitchcock.




quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Resenha - Harry Potter e a Ordem da Fênix



Após ter vivenciados momentos mais que traumatizantes enquanto via o Lord das Trevas voltar, Harry se encontra sozinho na casa de seus tios. Envia carta para Rony, Hermione e Sirius, mas não recebe respostas de nenhuma delas. Se sente cada vez mais só, tendo que lidar sozinho como medo, a insegurança, e as perturbadoras lembranças que tem.

Então, o jovem bruxo sofre um ataque de dementadores em Little Whinging, e vai a julgamento por ter conjurado um Patrono para se defender, uma vez que é menor de idade e pode praticar magia fora dos muros de Hogwarts. O Ministério, é claro, ignora o fato de que o garoto estava se defendendo.

Harry defendendo a si ao seu primo Duda dos dementadores.

A Ordem da Fênix, formada por Dumbledore, Sirius, Olho Tonto Moody, Ninfadora Tonks, Remo Lupin, Molly e Arthur Weasley, Elifas Doge, Dédalo Diggle, Estúrgio Padmore, Emelina Vence, entre outros, é uma organização fundado por Dumbledore para combater Você-Sabe-Quem. Os pais de Harry, assim como os de Neville e muitos outros que morreram participaram da formação original, que se reuniu para combater Voldemortna sua primeira ascensão. 

Foto da formação original da Ordem da Fênix.
Quando volta a Hogwarts, mais problemas. Dumbledore está cada vez mais distante, mas também não é a toa: o célebre diretor da Escola de Magia e Bruxaria está sendo constantemente caluniado pelo Ministério da Magia e pelo Profeta Diário, uma vez que não acreditaram na declaração feita por Dumbledore no final do ano anterior de que Voldemort havia voltado.

Além de tudo isso, o Ministério começa a se infiltrar na escola, colocando Dolores Umbridge como professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, mas na verdade estava ali para espionar Dumbledore, uma vez que o Ministro acredita que Dumbledore quer tomar seu cargo, usando como exército seus alunos.   



Dolores é então nomeada diretora de Hogwarts, quando Dumbledore é obrigado a se afastar da escola, e começa então um momento terrível para os alunos de Hogwarts: as aulas vão ficando cada vez mais teóricas, os grupos de estudos são proibidos, tudo vai ficando cada vez mais rígido.  

Dolores Umbridge.
Diante disso, Harry aceita a proposta de Herminone de ensinar aos colegas Defesa Contra as Artes das Trevas. Entra em cena a Armada de Dumbledore, organização ilegal realizada na Sala Precisa cujo objetivo era aprender a se defender, na prática, contra os perigosos desafios que podem surgir durante esse clima de crise e tensão. 

Cenas da Armada de Dumbledore.
É nesse livro também que conhecemos Luna Lovegood, uma aluna excêntrica da Corvinal que se aproxima cada vez mais de Harry e seus amigos, principalmente na Armada de Dumbledore. Luna era conhecida como “DiLua” pelos colegas, devido à sua inusitada forma de se vestir e se portar: usava brincos de arame em forma de rabanetes, um chapéu em forma de leão que rugia ao toque de sua varinha, além de ter um comportamento extremamente estranho.

Luna Lovegood.


Além de Luna, em Harry Potter e a Ordem da Fênix conhecemos muito mais do que Luna. Aliás, cada livro da série é uma grande surpresa, uma grande aventura. O desfecho do livro é um combate entre os comensais da morte e membros da Armada de Dumbledore com membros da Ordem no Departamento de Mistérios, do Mistério da Magia, onde o próprio Voldemort aparece para enfrentar Harry.  

O quinto livro da série pode ser considerado um dos mais sombrios. A ligação entre Harry e Voldemort é cada vez mais evidenciada, o que leva o garoto a pensar que está sendo possuído pelo Lord das Trevas. Tudo isso somado a típica crise da adolescência, à paixão intensa que Harry sente por Cho Chang, ex namorada de Cedrico que passa a maior parte do tempo chorando pela morte do rapaz. 

Rony, Luna, Neville, Hermione, Harry e Gina enfrentando os comensais da morte no Ministério da Magia.
Suuuuuper recomendo a leitura desse livro. Super recomendo a leitura de qualquer livro da série Harry Potter, para quem tá começando a ler, para quem já tem experiência no assunto, pra quem gosta de mistério, de fantasia, de combates, de conflitos. Harry Potter não é só uma fantasia para crianças. C. S. Lewis, autor das Crônicas de Nárnia uma vez disse que “uma história para crianças de que só as crianças gostam é uma história ruim. As boas permanecem.” E é esse ponto que Harry Potter se mostra excelente: Harry Potter nos acompanha desde a nossa infância, e até hoje, mesmo após  correria da vida de gente grande, que estuda, trabalha, paga contas e tem preocupações, Harry Potter continua nos surpreendendo.


Mais Fotos


Ministério da Magia, Departamento de Mistérios.

Belatriz Lestrange, umas das mais poderosas e perigosas dos seguidores de Voldemort.
 
"Não devo contar mentiras", marcado na mãe de Harry por um feitiço que Dolores Umbridge fez.

Alguns membros da Ordem da Fênix.

Por hoje é só, pessoal, espero que tenham gostado. Me contem nos comentários o que acharam, e fiquem com Deus! 
Obrigada por tudo!






Feliz aniversário, Luquian!!! <3 <3 <3 


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

5on5 - Volta às aulas



Bia, você não presta. Bia, você deixou a gente na mão. Bia, você está atrasada.

Eu sei, eu sei disso tudo, e peço mil perdões. Tinha planejado toda uma série de postas para essas férias, mas na casa da minha mãe, em Suzano, onde passei minhas férias, não tinha internet, então não tive como manter meu espaço na internet atualizado.

Voltei pra Conquista e aqui foi a correria do aniversário de Geovana e do casamento de Paulinha (ambas minhas primas) e, mais uma vez, tive que deixa-los na mão.


Volto hoje com as fotos do projeto e volto definitivamente pra vocês! Vamos lá?




Essas canetas representam pra mim a grande inspiração que quero ter esse ano. Quero escrever cada vez mais, tanto textos literários quando redações pra brocar again no Enem. 



Essa foto aqui é só bonitinha mesmo, não pensei em nenhum significado pra ela. 





Voltam as aulas, volta o trabalho também. Adeus janeiro, adeus férias. Se liga na minha pilha de processos pra trabalhar. E ainda falam que estagiário não trabalha – meu amigo, no Ibama tem isso não.



Minha agenda 2016 que eu definitivamente tô usando como diário. Por ter perdido o hábito de escrever todo dia, nem sempre lembro, mas decidi fazer porque a) Em São Paulo, na casa de uma amiga de infância, relemos nossos diários antigos e caaaaaaara, como foi bom, quero guardar minhas lembranças dessa época; e b) Escrever todo dia estimula a criatividade, que é o que eu quero esse ano.
Esse sabonete maravilhoso eu ganhei lá em SP, gente do céu, tem cheiro de morango mesmo, e eu sou a louca dos morangos. 




Comecei o ano com pé direito, lendo Senhor dos Anéis. É muito bom, já tinha lido O Hobbit antes e amado, sou completamente apaixonada por Tolkien, mas, me perdoem todos os fãs de Senhor dos Anéis, Harry Potter é melhor.


Blogs que também participam: Chay GasparLarissa GabriellaAP! Atelier Psicodélico e Realeza Diferente


É isso amores, muito obrigada por me acompanharem até aqui, mais uma vez, perdoem meu sumiço, fiquem todos com Deus! 
Me contem como está sendo essa volta à rotina de vocês!
Abraços calorosos



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Um texto sobre Porto Seguro



Saímos de Conquista umas dez horas da noite, quase perdendo o ônibus por causa do atraso de uma família que sempre se atrasa e chegamos em Porto Seguro umas quatro e meia da manhã.O Sol estava nascendo e, apesar de não haver nenhum indício do mar, eu sabia em que direção ele estava. Não por ouvir o barulho, não por conhecer a região, apenas por saber onde ele estava.



O Sol começou a subir majestosamente do leste quando o ônibus em direção a Cabrália, uma cidade pequena ao lado de Porto Seguro na qual ficamos, chegou. Nosso trajeto pode então ser resumido em uma paisagem maravilhosa vista da janela do lado direito do ônibus: os raios de Sol beijando o Mar num “olá” que poderia muito bem ser uma despedida – quem poderá saber? Sabemos apenas que beijos de amor, tanto de encontro quanto de despedida, são beijos de amor, e assim beijava o sol o mar azul com seus raios dourados.


Chegamos então ao nosso destino temporário: a casa, um lugar que não nos pertence, não nos representa, mas po, é uma casa de praia, como não amar?

Depois de termos dormido, fomos acordadas (minha irmã, minha prima e eu) por um chamado irresistível "Praia!", e por isso nos apertamos uma no colo da outra em um carro que também não nos pertencia, mas de boa, tava levando a gente pra praia, né? É o que importa!

A praia foi como a praia saber ser; o mar foi como o mar sabe ser; o céu foi o céu como o céu saber ser; o Sol foi o Sol como o Sol saber ser. E nós fomos nós como aprendemos a ser com a praia, o mar, o céu e o Sol. 


O mar estava calmo – parecia ter gostado dos beijos do Sol – mas isso não foi motivo para diminuir a nossa restrição de ir mais para o fundo, mais adiante. E nesse mar calmo, ali no raso mesmo, fomos também beijadas pelo Sol, que deixou em nossos corpos sua marca.

Fomos lambidas, possuídas pelo mar manso, que fez arder em nossos corpos chama de sua infinita paixão, tão sem limites quanto ele mesmo é. Tão profunda, misteriosa, rica e bela como ele mesmo é. Fomos, enfim, expostas ao céu sorridente que, todo orgulhoso, contemplava a sincronia entre corpo, mar e sol, dançando com o movimento perfeito e solto das ondas.


Na hora de ir embora, não foi uma despedida. Era o nosso primeiro dia com o mar, haviam mais dias para amar o mar infinito. 


sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Especial de Férias - Músicas para ouvir durante as viagens #1



Galerinha, está no ar o nosso especial de férias! São conteúdos novinhos sobre viagens, coisas bacanas pra fazer na férias e dicas que cês não podem perder!


Dia 31 de dezembro eu tava num ônibus rumo a Porto Seguro, para passar o ano-novo na praia com família. Durante o percurso de ida e de volta, passei meu tempo ouvindo músicas com minha querida irmã, e como eu sei que você também precisa de algo legal pra fazer durante o trajeto, resolvi fazer playlists de músicas bem no clima viagem. Vamos lá?!

1. U2 - Sunday Blood Sunday 


2. Belchior - A Palo Seco 

 3. John Mayer - Love is a Verb 

4. Chris Cornell - Rendemption Song 

5. Johnny Winter - Be Careful With a Fool 

6. Sambô - Palpite  

7. Pearl Jam - Just Breathe 

8. Os Arrais - Herança 

9. Red Hot Chilli Pepers - Scar Tissue 

10. Zé Ramalho - Chão de Giz 


É isso, meus queridos, espero que tenham gostados! Essa é a primeira de mais que teremos aqui!

Me contem aí, quais músicas gostariam de acrescentar! Ah! Também tô aberta à sugestões sobre conteúdo do nosso especial de férias!

Um beijo enorme no coração de vocês, Deus os abençoe!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Projeto Fotográfico 5on5 - Boas vibrações para 2016!



Esse é o nosso primeiro post de 2016 e, junto com ele, temos novidades!


Eu e mais quatro blogueiras (Larissa, Chay, Annie e Jacykaysla) estamos juntas em uma parceria (falarei mais sobre isso em outro post) e, dentre os nossos planos, está o projeto 5on5, que eu acredito que você já deve conhecer. Pra quem não conhece, a brincadeira consiste em um número x de blogueiras postar o mesmo número x de fotos no mesmo dia x. Exemplificando: nós somos cinco, então postaremos cinco fotos todo dia cinco de cada mês. Entendeu?

Experimentar coisas novas 



Isso que você tá vendo é um legítimo cacau, vindo de Ilhéus. Os ficais de lá do Ibama foram em uma operação nessa região e um deles, João Ronaldo, trouxe cacau pra mim >< Eu nunca tinha comido Cacau antes e foi uma experiência completamente diferente pra mim. Em 2015 experimentei muito mais que frutas diferentes: experimentei sensações, sentimentos, conheci pessoas diferentes, fui a lugares diferentes e pretendo manter isso em 2016. Que seja um ano de novidades!


Laços mais fortes


Nessa foto você pode ver, respectivamente, minha prima Geovana, eu e minha irmã Flávia. Tiramos essa foto ontem à noite, enquanto estávamos no ônibus voltando de Porto Seguro. Em 2015 nós nos aproximamos mais (inclusive tá faltando meu irmão, que também faz parte da panelinha) e eu espero e vou me esforçar para que essa coisa forte que no une (a resenha kkkkk) fique cada vez mais forte a cada ano.

Renovação


Eu tava na roça com meu pai e minha irmã quando, olhando despretensiosa pro chão, vi esse raminho nascendo no meio das folhas secas. Eu sei que todo mundo enche o saco com esse lance de renovação todo fim de ano, mas pra mim não é só pelo ano novo. Eu busco renovar-me todos dias: cinco de maio, vinte e dois de julho, sete de agosto... Renovação é buscar ser uma pessoa melhor – não melhor do que ninguém, mas melhor que era antes, dar sempre o melhor de si.  

Viajar!




Essa foto eu tirei antes de ontem, lá em Porto. Ela representa o amor que eu sinto pela minha Bahia, que pretendo conhecer mais ainda em 2016. Representa uma lembrança de uma viagem maravilhosa ao lado da minha família, que também quero reviver mais e mais. Quero conhecer muito esse Brasil e esse mundo ainda, mas quero conhecer minha Bahia. Atualmente eu moro em Vitória da Conquista, e conheço Salvador, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Brumado, Guanambi e Dom Basílio. Eu quero mais, Bahia!

Crescer!


Nessa foto você pode ver minha irmã e eu (respectivamente) curtindo juntas, pela primeira vez, o mar. Sabe por que essa foto representa crescimento? Foi a primeira vez que minha irmã viajou pra longe sem mãe ou pai, apenas com tios. Talvez pra você isso não signifique muita coisa, e eu não vou contar a história da nossa vida para que entenda, mas a questão é: estamos mais crescidas. Eu, especialmente, sinto que cresci bastante em 2015, estou sendo mais eu mesma e pretendo continuar com essa evolução em 2016 e em todos os anos que vierem!

Por hoje é só, meus queridos! Gostaram da novidades? Compartilhem comigo coisas boas que você viveram de 2015 e pretendem viver em 2016!
Deus abençoes todos!

*Para ver o que as meninas postaram, tá aqui o link dos blogs: Larissa GabriellaChay GasparJacykaysla e Annie.
P.S.: A Annie ainda não voltou de viagem e não vai poder postar hoje, dia cinco, mas fiquem de olho que jájá ela aprece!



quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Por que continuamos a gostar de Star Wars?


Quando George Lucas (um cineasta que havia recebido alguns prêmios pela produção de curtas) foi com a cara e a coragem tirar seu mais ambicioso projeto do papel, não imaginou o rumo que Star Wars tomaria a partir dali.

Depois de enfrentar diversas dificuldades, George Lucas pode ver seu filme em cartaz no dia 25 de maio de 1977, presente apenas em 32 salas de cinema em todo país (EUA). Chegou a vez de Lucas de falar “sabe a gordinha? Emagreceu! Sabe a feia? Ficou bonita! Sabe Star Wars? Foi sucesso! ”. STAR WARS BOMBOU, BICHA!

Se você nunca assistiu Star Wars, tenho certeza que já ouviu falar. Eu lembro de um episódio do Drake e Josh que eles ficam doidões quando conseguem comprar uns sabres de luz. Lembro dos comerciais da Cartoon Network falando toda hora de cavaleiros Jedis. E de uma vez que ganhei o Yoda no Mc Lanche Feliz, acho que em 2009.

A pergunta que não quer calar, entretanto, é: por que Star Wars continua fazendo tanto sucesso?

1. Porque a luta do bem contra o mal sempre vai mexer com as emoções da gente


E faz a gente pensar que aquela menina chata da sexta série que implicava conosco vai sofrer as consequências dos seus atos. Do que o motorista mal-humorado que não para no ponto quando vê um deficiente físico também.

2. Em uma galáxia muito, muito distante...


E esse nosso fetiche por querer saber o que tem lá do outro lado. Seja do mundo, do sistema solar, do universo. Star Wars se passa em uma galáxia distante, com seres que vão além da nossa imaginação.

3. Todo mundo pira num robô


Eu piro de medo. Sério, não gosto desses bichos. Uns piram de admiração. E pirava mais ainda, pelo mesmo motivo, a geração da década de 70 que ainda não sabia que tinha gente dentro do R2D2 e do C3PO, ou achava o máximo robôs de verdade existirem, ou morria de medo deles existirem.

4. Monomito outra vez


Pra te estruturar, monomito ou jornada do herói é um conceito de jornada cíclica presente em diversos mitos e histórias. Podemos citar, por exemplo, Jesus, Buda, Hércules, Prometeu, Osíris... Aqui, temos Luke Skywalker que, trazendo pra nossa realidade, é um camponês que é chamado pela Força para entrar no exército e salvar uma princesa.

5. A Força


Star Wars tem a espiritualidade mais do que presente na sua história. A aqui mencionada, Força, usando as palavras de Obi-Wan Kenobi, é “um campo de energia criado por todas as coisas vivas: ela nos cerca, nos penetra; ela mantém a galáxia coesa; Ela provém de tudo; Ela é tudo." Em star Wars, os que usam a força para o bem são Jedis, ao passo que os usam para o mal são Siths.

6. O carinha do mal que a gente ama


Sabe como é. Ele tá de preto, usa uma capa sinistra, tem uma voz maligna e, de brinde, um fundo musical muuuuuuito bacana toda vez que aparece. Tan Tan TanDan TanDan TanTan... Sim! Estamos falando do nosso querido Darth Vader! A quem odiamos por fazer o mal e amamos por ser um clássico, um mito, amamos porque amamos!

7. O cara charmoso fora da lei que é do bem


Tipo aquele seu amigo v1d4 l0k4 que sua mãe quer te proibir de andar. Ou o namorado rock n' roll que todo mundo da sua e da minha família olha torto. Tá mãe, ele não é um bom partido, é um contrabandista, mercenário, pirata do espaço... Eu sei mãe, eu sei que ele só entrou nessa de salvar princesa porque queria dinheiro pra pagar o Jabba, eu sei, mas ele é do lado bom da Força, acredite em mim.


8. O lado mal querendo atrair quem tá do lado do bem


Não tão extremo quanto acontece nos filmes, nos identificamos porque isso acontece conosco. A vontade de trapacear, mentir, roubar... para os que lutam contra esses impulsos, Luke é um correspondente em outra galáxia. Alguém que tem a bondade no coração, mas é chamado constantemente para renunciá-las e atender os desejos mais sombrios do coração.

9. ¡Viva la revolución


Usando as palavras de Che Guevara, “ser jovem e não ser revolucionário é uma contradição genética”, e todo esse clima de rebeldia contra o império opressor e dominar fascina muita gente. Gente que viu os caras lutarem contra a ditadura aqui no Brasil e também gente que não tava lá, mas leu nos livros de história.

10. Muito mais que espadas



Todo mundo acostumado com as espadas dos filmes de heróis baseados na idade média quando de repente chega Star Wars com umas “espadas diferentes”. Sabres de Luz são muito mais que espadas diferentes, não é mesmo? Não dá pra se defender dessas luzinhas não, gente! 

Meus brothers, faltam cinco minutos pro dia 17, tão esperado pelos fãs de Star Wars. Eu vou deixar pra assistir depois, quando estiver mais barato e as salas não estiverem tão cheias, mas isso só aumenta minha ansiosidade. 
E você, tá ansioso também?
Tem mais um motivo para continuar amando Star Wars?
Conta pra mim!
Abraços quentinhos!

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